Crise na Segurança do Acre pode agravar se agentes decidirem por greve geral

Inconformados com o tratamento dispensado pelo governo Gladson Cameli, os agentes penitenciários se reúnem em assembleia na próxima semana, dias 14 e 15. Eles estão descontentes com relação ao banco de horas, promoções, titulações além de denúncias de perseguições de diretores aos servidores do Iapen.

Entre as pautas que serão discutidas na Assembleia estão: requerer uma maior gratificação aos chefes de equipe, coordenadores e diretos das unidades; exigir em caráter de urgência o pagamento do prêmio de valorização anual, exercício 2018 e 2019, direito líquido e certo; pedir o fim da perseguição e assédio moral dentro dos presídios e grupos especializados, além da renovação dos contratos provisórios e concurso efetivo.

Caso o governo não acene positivamente, os agentes iniciarão uma “operação padrão”, ou seja, apenas os serviços essenciais serão mantidos: alimentação para os reeducandos, urgências médicas e cumprimento de alvarás de soltura.

Em defesa dos agentes, a Associação dos Servidores do Sistema Penitenciário (ASSPEN/Acre) reforça que “não se curva aos interesses de terceiros, buscando sempre o crescimento da categoria”.

A nota é assinada pelo presidente da ASSPEN/AC, Éden Alves Azevedo.

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