Homem é preso após cometer homicídio e uma tentativa em Assis Brasil

cusado entrou em luta corporal com policiais se recusando a ser preso e terceiros tentaram impedir a prisão, incluindo um vereador. Vítima viva com ex-companheira do homicida.

Keliton foi preso em flagrante e ainda entrou em luta corporal com policiais ao se recusar ser preso.

Um crime assustou os moradores da pequena cidade de Assis Brasil, localizada na tríplice fronteira acreana no início da noite deste domingo, dia 6. Um homem identificado por Keliton da Silva Cunha, de 26 anos, tirou a vida de Arão Cesar Gadelha Junior (26), com um golpe de arma branca (faca).

O acusado seria o mesmo que vinha sendo procurado desde a semana passada, considerado foragido da Justiça do Acre. Keliton não teria aceito o fato da ex-companheira estar vivendo com outra pessoa e teria feito ameaças contra Arão.

Vítima foi homenageada pela prefeitura de Assis Brasil – Foto: divulgação

O homem encontrou a vítima em uma praia próxima ao porto da Colônia dos Pescadores do Município. Após em breve discussão, Keliton sacou de uma faca tipo peixeira e desferiu dois golpes contra a vítima, acertando um em uma das pernas e o outro na região do abdômen, causando exposição das vísceras.

Arão ainda foi levado por terceiros à unidade hospitalar da cidade ainda com vida, onde ficou em observação por alguns instante, mas, não resistiu ao ferimento e foi a óbito. O acusado friamente, após deixar a vítima ferida na praia, se dirigiu para um bar nas proximidades.

Foi quando um amigo da vítima tentou lhe tirar satisfação sobre o ocorrido. Este também foi ferido pelo homicida e também foi levado à unidade médica, com corte em uma das mãos.

Foi quando uma guarnição da PM localizou o acusado que recebeu voz de prisão e chegou a entrar em luta corporal com os policiais, se recusando a ser preso. Uma confusão se formou, quando algumas pessoas tentaram impedir o trabalho, inclusive um vereador, segundo o Boletim de Ocorrência.

Após ser imobilizado registrando ferimentos em policiais, Keliton foi conduzido para a delegacia, após saberem que havia cerca de 50 pessoas no hospital ligadas à vítima, incluindo parentes e seria perigoso.

O caso passa para o delegado plantonista que irá ouvir testemunhas, intimar quem tentou impedir o trabalhos dos policiais militares e encaminhar ao judiciário para os devidos procedimentos.

 

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