Petecão diz que seu governo vai ser baseado na verdade e no respeito aos aliados

 

 

Assessoria

Em agenda na região do Juruá, o Senador Petecão concedeu diversas entrevistas às Rádios de Cruzeiro do Sul, nesta terça-feira, 27. Petecão falou sobre sua pré-candidatura ao governo do Acre nas eleições de 2022 e não poupou críticas à gestão de Gladson Cameli.

“O Gladson faz um governo totalmente diferente do que eu penso. Esse não é o projeto que eu ajudei a eleger. Nosso estado tem um número assustador de desempregados e o governo continua com a desculpa de pandemia para não trabalhar. Temos que fazer esse enfrentamento com a pandemia, mas o estado não pode parar”, afirmou o senador. “Só tem um caminho: é o estado voltar a gerar emprego e renda. Aquecer a construção civil, apostar no setor produtivo. O estado precisa injetar recursos, fazer ramais para escoar a produção, o estado precisa trabalhar para aquecer a economia”, completou.

O senador afirmou ainda que sua candidatura se tornou necessária diante do momento em que vive o Acre. “Eu estou numa situação cômoda, poderia ficar no senado, ainda tenho bastante tempo de mandato, mas o estado precisa de um governo com uma equipe unida, que dialoga com aliados e trabalha para melhorar a vida da população. Essa ineficiência só traz prejuízo e impede o avanço, não podemos ficar neste marasmo”, expôs.

Petecão contou que ontem, 26, estava no aeroporto e se deparou com mais de 15 carros com o governador. “Isso pra mim é ostentação, eu sou contra isso. Eu não preciso ir numa solenidade de helicóptero. Esse não é o governo que eu quero. Farei um governo humilde, com relação direta com o povo. Não preciso ficar fingindo que sou humilde”, afirmou com indignação.

O parlamentar demonstrou preocupação com o rumo da administração pública do estado. “O governador tem que saber o que acontece no seu governo, não pode saber das coisas por acaso. É preciso ter uma equipe eficiente, unida no propósito de um projeto para o Acre. Se as determinações não são levadas a sério, mostra a fragilidade de uma gestão confusa, que não sabe para onde vai”, declarou o pré-candidato ao governo.

%d blogueiros gostam disto: