Taxistas, vereadores, representantes da prefeitura de Brasiléia, Associação Comercial e Governo cobram solução na BR 317

Representante do governo no Alto Acre, Joelso Pontes, esteve presente na reunião e confirmpou a presença do representante do Dnit na próxima semana – Foto: Alexandre Lima

Representantes da categoria dos taxistas que realizam lotação pela BR 317 que ligam a Capital à Regional do Alto Acre, se reuniram na Câmara Municipal de Brasiléia na manhã desta sexta-feira, dia 30, para traçar medidas direcionadas ao problema que vem se arrastando por cerca de quatro meses.

Em meados de março passado, a BR 317 que é o principal elo com o Pacífico, rompeu no trecho entre os municípios de Epitaciolândia e Xapuri, altura do km 28, quando as bueiras não suportam o volume d’água e posteriormente, foi criado um desvio com mão única para dar trafegabilidade.

Vereador Leomar Barbosa e a presidente da Câmara, Arlete Amaral, apoiam o movimento em busca de soluções – Foto: Alexandre Lima

Foi informado que o órgão responsável, o Dnit, estaria estudando meios para o conserto tão logo chegasse o verão, com a possibilidade de instalação de galerias no verão amazônico afim de resolver o problema por definitivo.

Quatro meses depois e com a chegada verão e proximidade do inverno novamente, se vê a possibilidade de não acontecer a obra. Fato esse que aconteceu a reunião com finalidade de cobrar dos órgãos responsáveis uma solução, com possibilidade de fechar a BR como forma de chamar atenção das autoridades.

Ficou acordado que na próxima terça-feira, dia 3 de agosto, o representante do governo e da superintendência do Dnit no Acre, onde representantes das categorias, Prefeituras, vereadores, Associação Comercial e sociedade organizada para saber dos projetos direcionados ao local.

Primeira reunião aconteceu na Câmara de Brasiléia – Foto: Alexandre Lima

Nestes quatro meses após o rompimento da BR, com uma sinalização precária, cinco acidentes já foram registrados no local, deixando pessoas feridas. “Será que só vão tomar medidas quando acontecer uma tragédia com mortes e serem processados, que vão tomar alguma medida? “, indagou um dos motoristas.

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