Não foi erro de digitação, governador?

Ontem, 10, o Diário Oficial do Estado surpreendeu negativamente os integrantes do cadastro de reserva da Polícia Civil. Ao se depararem com a quantidade pífia divulgada pelo governo, de convocar apenas 17 classificados, os aprovados fizeram questionamentos tragicômicos.

Nos comentários nas redes sociais do chefe do Executivo, inquietações do tipo “não foi um erro de digitação, Governador? ”, “que vergonha, governador, convocar 10 agentes? ”, “Governador, com esse número não dá nem de jogar travezinha”, foram as tônicas das mensagens.

Segundo o que a equipe palaciana alega, esse quantitativo é o que poderia ser realizado devido às vacâncias depois dos últimos certames, que foram realizados em 2015/2017, ainda em vigência. Todavia, em sessão nesta quarta,10, na Aleac, os Deputados Cadmiel Bonfim –PSDB e Edvaldo Magalhães- PC do B, assustados com o “equívoco, ” opuseram-na: “a regra de preenchimento de vacância, sempre foi para completar o máximo que a instituição já teve, e não após um período ou concurso” e, acrescenta, “ que não pode haver diferenças de regras para as instituições, se pode para uma pode para outra”, afirma o tucano comparando o episódio com o da PM.

Já o parlamentar Edvaldo Magalhães, PC do B, declara: “Estou achando que houve um erro na publicação, não existe justificativa nenhuma para uma convocação com 17, imagina o custo da academia”, salienta.

Diante disso, os aprovados sentem que foram ludibriados novamente pelo governador, uma vez que, ainda em campanha, chegou a assinar um documento se comprometendo de chamar todos os aprovados do cadastro de reserva. Não obstante, os reconhecidos questionam até do argumento da Lei de Responsabilidade Fiscal impedir mais contratações, como também ressalta o chefe do executivo, pois, sendo verdade, o mesmo não anunciaria novos concursos

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