Pessoal das terceirizadas da antiga Semsur fazem paralisação por falta de salário

O Prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, tinha tudo para iniciar o mandato em alta popular, pois foi eleito com larga vantagem, pegou uma prefeitura com as contas em dia e teve a liberdade para montar sua equipe.

Acontece que fez a junção de pastas sem afinidades, inventou roda e não compreendeu que a capital Rio Branco de hoje não é Acrelândia de 16 anos atrás. Em viagem para Brasílias desde domingo, Bocalom se ausentou de Rio Branco no momento de mais necessidade com: crise, alagações e chuvas que desalojaram centenas de famílias. Com isso o fantasma do salário atrasado voltou a assombrar os trabalhadores da capital acreana.

Trabalhadores das empresas VEJA e FINA, estão deixando de honrar os compromissos com trabalhadores que são fundamentais na manutenção da cidade, principalmente nesse período de cheia, alagações, pandemia e epidemia.

“Eles se negam a nos receber por preconceito, dizem que não conversam com Garis e muito menos com roçadores. Somos trabalhadores, queremos nosso pagamento, que nunca tinha atrasado com a Socorro Neri”, afirmou indignados um dos manifestantes.

Eles alegam que a última vez que receberam salários, ainda era a gestão de Socorro Neri, depois que Bocalom assumiu, empresários alegam que a burocracia na troca de gestão tem atrapalhado o pagamento.

Na secretaria de Assistência Social, Departamento de Diretos Humanos da prefeitura, outros trabalhadores denunciam atraso nos pagamentos de salários por parte da prefeitura. Infelizmente é o fantasma do salário atrasado atormentando os trabalhadores por conta da falta de compromisso da atual gestão do Boca.

Tentamos falar com secretário da casa civil, Artur Neto, mas até o fechamento desta matéria não obtivemos sucesso.

Os Trabalhos de manutenção e limpeza da cidade se encontram paralisados. Foto: Café com Notícias.

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